quarta-feira, 9 de março de 2011

De onde tu tirou isso?



















Esse post é justamente pra explicar, pra todo mundo que me pergunta, a origem do nome do blog, que já existe há não sei quantos anos, também não quero saber.

O nome vem de uma música do Engenheiros do Hawaii, chamada 'Humano Demais', num trecho que diz assim: "um big mac, um mac tub, drops de Deus, filosofia fast food". Mais uma das mil grandes sacadas do Humbertão!

Agora, por que o nome? Acho que tem tudo a ver, aqui eu falo um monte de merda, merda é coisa que a gente fala todo dia, fast food a gente come todo dia, então, merda tem tudo a ver com fast food. E se parar pra pensar, tem mesmo, faz um mal danado pra saúde.

Mas o principal motivo, é que é uma filosofia mundana, de rodoviária, de alguém sem especialização. Ou seja, eu, um cidadão brasileiro comum assim como você, que também luta por um espaço nesse mundo cão.

Inclusive achei uma guria com o nome do blog igual o meu, acho que ela deve me odiar porque eu peguei o domínio 'filosofiafastfood'. Enfim, eu achei o blog dela muito bom, e quem quiser, visite aqui.

Bom, é isso. Se alguém tiver uma dúvida é só.. Ou melhor, não pergunta não, vai pro raio que o parta.

Tchau.

segunda-feira, 7 de março de 2011

Wake me up when micareta ends





















Eu acho.. eu não vou nem precisar comentar, né?

Carnaval, mais uma aberração que o brasileiro criou e chama de festa.

Já fiz um post em 2009 falando de carnaval, e minha opinião continua a mesma. Se tu quiser, leia ele aqui.

OBS: 30 Seconds to Mars daqui 19 dias!

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Caos maligno e cocoruto pop art
















Nesse domingo fui no shopping com meus pais ver se achava alguma coisa pra almoçar, porque aqui em casa no domingo ninguém tá afim de fazer PN. Enquanto a gente tava almoçando na praça de alimentação, começou a cair um toró. Mas não era um toró, parecia que távamos no meio de algum furacão ou algo do tipo, tanto que o telhado do shopping balaçava com o vento (nem pra fazer um telhado decente, shopping de merda). De repente, acabou a luz e nisso todas as lojas fecharam.

Com tudo fechando e a chuva até acabando, a gente vazou. No caminho a gente viu porque acabou a luz. O telhado de um galpão cedeu e caiu nos fios da
rua. Foi por isso que o shopping ficou no apagão. Íamos andando e vendo um monte de coisa, foi outdoor que caiu, gente que sofreu acidente, rua que alagou, avenida que alagou, carro que alagou, e até um monza andando com a porta aberta (o porque eu não sei).

Esse caos todo só foi na região ali do shopping, ou seja, parte do Mollon e a Iacanga. Em Nova Odessa, thanks God, não aconteceu nada. O máximo que aconteceu foi a rua da minha vó ter tido enchente de novo.

No sábado, aproveitei que o Marlon tá careca, tirei uma foto do cabelo dele pra ver se conseguia fazer um tornado no Photoscape. O que saiu foi isso ae:

















Eu sou um artista, fato.

Tchau.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Offline days
















Era uma manhã de terça feira, todas as vezes que acordo é costumeiro eu ligar o computador. Para minha surpresa, a internet tinha dado pau. Olhei o modem, nem sinal da bendita. Ok, normal. Peguei o telefone pra ligar na Telefonica, pra tentar resolver o problema. A minha surpresa: telefone mudo.

E assim se foi por 4 dias e meio. Da terça-feira (dia 8) até esse último sábado (dia 11). Dias de tédio, tortura e sofrimento, sem poder usar a internet, sem poder ligar pra ninguém, entregue a comer, dormir e assistir TV, o pior de tudo é que nem TV a cabo eu tenho.

Terça-feira: Foi o primeiro dia sem internet. Não tinha nada a fazer, então fiquei no computador mesmo, ouvindo Dire Straits (tinha acabado de passar a discografia toda pro pc). E fiz isso o dia todo, até ir pra escola. Quando voltei, assisti tv e depois dormi.

Quarta-feira: A mesma coisa da terça, a diferença é que eu tive inglês das 3 as 4.

Quinta-feira: Cansado do ostracismo, resolvi ir na lan house. Usei um pouco minhas redes sociais, matei a saudade do povo. Mas não adianta, nada melhor do que o MEU pc, na MINHA casa, com MINHA internet. Me cansei rápido, não aguentei mais que uma hora e meia. E Sem falar que o maluco que tava na minha frente tava vendo um pornozão monstro. Fui pra escola. Quando voltei, a MTV (o único canal que eu gosto da minha TV) ficou fora do ar de madrugada. Dormi revoltado.

Sexta-feira: Foi o dia mais torturante, mofei no sofá o dia todo, sem fazer PN. Assisti tudo quanto era coisa. Acesso MTV, Acústico MTV do Titãs (velho, porém fodão), MTV Sap (legendas horríveis), e um Luau MTV com Monobloco. Agora eu entendo porque tenho trauma de batucada. Fui pra escola. Quando voltei assisti Alien no Corujão, um dos filmes mais fodas dos anos 70.

Sábado: Fui pro técnico. Levei o pc comigo na esperança de usar o wi-fi. Recebo uma ligação do meu pai as 9, dizendo que o técnico tava em casa arrumando o telefone. Aquilo salvou meu dia. Usei a internet quando cheguei, dormi um pouco, e depois fui pra um role plantão da globo, aqueles que te chamam de última hora. Combinei de ir no Habib's com a Amanda, a Gabi e a Tots. Como elas já tinham ido, fui de ônibus. Da próxima vez que for pegar ônibus em Americana, leve um manual de sobrevivência na selva com você, porque foi punk. Cheguei a tempo, e foi bacana.

E foi isso ae, dias de tortura que me fizeram aprender uma lição: valorize a internet que você tem, por mais ruim que ela seja.

E a foto não quer dizer nada.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Youth gone wild





















A cada ano esperamos a mudança da cabeça da juventude. Sexo, drogas e rock n' roll (bem, eu trocaria esse último por pagode, sertanejo e happy rock) a vontade. Eu acho que a vontade de brincar das crianças já se foram há uns anos atrás. Hoje em dia as crianças namoram, os meninos querem ir pra balada em vez de jogar bola, as meninas usam salto alto em vez de brincar de boneca. Dá pra ver que não vai ter sinal de melhora. O que vai ser da inocência das crianças, se é que ela ainda existe?

Alguém se lembra do quanto as barbies e hot wheels eram vendidas? Do quanto era falado sobre video game e desenhos animados? Hoje em dia não se tem mais isso. Com 12 anos as crianças já fizeram de tudo e tão até mais espertos que os próprios pais. Hoje em dia merthiolate não arde mais... Aliás, nem tem graça se machucar mais. Cadê as crianças na rua brincando?

Se um dia eu tiver um filho, vou mostrar a ele o prazer de brincar ao ar livre, de assistir desenho animado, de ir a um parque de diversões, de ganhar brinquedos no natal, de ouvir histórias de ninar, de aprontar travessuras, de se sujar de terra, andar de bicicleta, jogar uma bola... Enfim, o prazer de ser criança.

Ae, motorista! Dá pra parar o mundo? Eu quero descer.

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Última prosa do ano 10

Pois é, último dia do ano, e uma cara que eu não posto aqui. Vou contar pra vocês minhas aventuras nesses últimos 3 meses.

Em outubro fui pra um dos espetáculos mais inesquecíveis da minha vida: Bon Jovi no Brasil. Morumbi lotadaço, eles tocaram todos os clássicos da minha vida: Always, You Give Love a Bad Name, Bad Medicine, Keep the Faith, Livin' on a Prayer, These Days, e acredite, I'll Sleep Whem I'm Dead. Foi uma noite mágica e inesquecível. Com certeza, o melhor dia de toda uma vida.

Em novembro, eu e mais 4 amigos do Senai participamos do Concurso de Talentos. Foi quase um mês ensaiando para se apresentar com a música "Que Pais é Esse" que eu não preciso nem falar de quem é. A formação era: eu (guitarra e vocal), Victor (baixo), Bueno (bateria) e Marcio (guitarra). E a surpresa.. primeiro lugar! Mano, eu não tava nem acreditando. Foi ótimo, recebemos um troféuzão, que agora eu preciso deixar ele no Senai de lembrança da M4A.

Falando em M4A, dezembro foi nosso último contato. O curso terminou depois de 2 anos de muita luta e muito gás. Na formatura foi muita emoção, nossa despedida terminou em prêmios, rodízio de pizza, muitas risadas, e muita tristeza também, em deixar nossos colegas de sala. Só fica aqui meu eterno agradecimento por tudo, seus porra. (:

Em dezembro também me despedi da cabeleira. Depois de quase dois anos usando franja, resolvi cortar tudo, e agora eu uso um corte de cabelo normal, mais curto do que está na foto. Mas por enquanto to feliz assim.

E é isso, nesse ano que passou, vamos torcer pra que o próximo seja melhor. Que o Brasil vá pra frente, que o aquecimento global pare, que as bandas de rock tenham menos cores e mais atitude, que as pessoas deixem de ser alienadas, e etc etc etc.

Feliz ano novo, adeus macaco velho. A gente se vê em 2011.

terça-feira, 27 de julho de 2010

Tempo de redenção
















Me retirar, me renovar, me reciclar, atualizar, mudar, fazer coisas que eu nunca fiz, me redmir com minha própria consciência. Resolvi dar um tempo. Não para minha vida, mas sim pra minha velha vida. Ultimamente, procurei experimentar coisas novas, amigos novos, gente nova, bandas novas... Enfim, fazer coisas acontecerem.

Tudo começou quando percebi que estava vivendo para meus amigos, e ficava triste por ninguém me agradecer por isso ou muito menos fazer o mesmo. Percebi que muitos cobravam coisas de mim, e eu nunca cobrava nada de ninguém. Afinal, qual a razão pra isso? Ficava chateado por eu ligar e procurar amigos meus, e eles nunca fazerem isso comigo. Eu gostava tanto dos meus amigos, por que nunca recebi nada em troca? Será que não são meus amigos de verdade?

Depois do meu estágio, comecei a fazer uma auto análise. Saí pra encontrar uma guria que eu trocava uma idéia sobre j-rock faz um tempo pelo msn. Era uma coisa nada típica, só aceitei porque não tinha nada mais interessante. Nisso, encontrei alguns amigos que eu não dava tanta importância, e realmente nos divertimos. Enfim, passei a ter uma visão mais ampla, e me abrir pra novas pessoas.

Pra esse tempo acontecer, bloqueei e cortei contato com alguns amigos velhos. Não que eu queira me desfazer deles, mas é necessário. Afinal, toda dependência se cura cortando contato com o vício. Está na hora de respirar novos ares, quebrar a cara, se reerguer, e tentar de novo. Afinal, a vida é feita de experiências. Quanto mais, melhor.

Igual o pôr do sol da foto, nunca valorizado, mas todos os dias na janela do meu quarto.