quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Caos maligno e cocoruto pop art
















Nesse domingo fui no shopping com meus pais ver se achava alguma coisa pra almoçar, porque aqui em casa no domingo ninguém tá afim de fazer PN. Enquanto a gente tava almoçando na praça de alimentação, começou a cair um toró. Mas não era um toró, parecia que távamos no meio de algum furacão ou algo do tipo, tanto que o telhado do shopping balaçava com o vento (nem pra fazer um telhado decente, shopping de merda). De repente, acabou a luz e nisso todas as lojas fecharam.

Com tudo fechando e a chuva até acabando, a gente vazou. No caminho a gente viu porque acabou a luz. O telhado de um galpão cedeu e caiu nos fios da
rua. Foi por isso que o shopping ficou no apagão. Íamos andando e vendo um monte de coisa, foi outdoor que caiu, gente que sofreu acidente, rua que alagou, avenida que alagou, carro que alagou, e até um monza andando com a porta aberta (o porque eu não sei).

Esse caos todo só foi na região ali do shopping, ou seja, parte do Mollon e a Iacanga. Em Nova Odessa, thanks God, não aconteceu nada. O máximo que aconteceu foi a rua da minha vó ter tido enchente de novo.

No sábado, aproveitei que o Marlon tá careca, tirei uma foto do cabelo dele pra ver se conseguia fazer um tornado no Photoscape. O que saiu foi isso ae:

















Eu sou um artista, fato.

Tchau.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Offline days
















Era uma manhã de terça feira, todas as vezes que acordo é costumeiro eu ligar o computador. Para minha surpresa, a internet tinha dado pau. Olhei o modem, nem sinal da bendita. Ok, normal. Peguei o telefone pra ligar na Telefonica, pra tentar resolver o problema. A minha surpresa: telefone mudo.

E assim se foi por 4 dias e meio. Da terça-feira (dia 8) até esse último sábado (dia 11). Dias de tédio, tortura e sofrimento, sem poder usar a internet, sem poder ligar pra ninguém, entregue a comer, dormir e assistir TV, o pior de tudo é que nem TV a cabo eu tenho.

Terça-feira: Foi o primeiro dia sem internet. Não tinha nada a fazer, então fiquei no computador mesmo, ouvindo Dire Straits (tinha acabado de passar a discografia toda pro pc). E fiz isso o dia todo, até ir pra escola. Quando voltei, assisti tv e depois dormi.

Quarta-feira: A mesma coisa da terça, a diferença é que eu tive inglês das 3 as 4.

Quinta-feira: Cansado do ostracismo, resolvi ir na lan house. Usei um pouco minhas redes sociais, matei a saudade do povo. Mas não adianta, nada melhor do que o MEU pc, na MINHA casa, com MINHA internet. Me cansei rápido, não aguentei mais que uma hora e meia. E Sem falar que o maluco que tava na minha frente tava vendo um pornozão monstro. Fui pra escola. Quando voltei, a MTV (o único canal que eu gosto da minha TV) ficou fora do ar de madrugada. Dormi revoltado.

Sexta-feira: Foi o dia mais torturante, mofei no sofá o dia todo, sem fazer PN. Assisti tudo quanto era coisa. Acesso MTV, Acústico MTV do Titãs (velho, porém fodão), MTV Sap (legendas horríveis), e um Luau MTV com Monobloco. Agora eu entendo porque tenho trauma de batucada. Fui pra escola. Quando voltei assisti Alien no Corujão, um dos filmes mais fodas dos anos 70.

Sábado: Fui pro técnico. Levei o pc comigo na esperança de usar o wi-fi. Recebo uma ligação do meu pai as 9, dizendo que o técnico tava em casa arrumando o telefone. Aquilo salvou meu dia. Usei a internet quando cheguei, dormi um pouco, e depois fui pra um role plantão da globo, aqueles que te chamam de última hora. Combinei de ir no Habib's com a Amanda, a Gabi e a Tots. Como elas já tinham ido, fui de ônibus. Da próxima vez que for pegar ônibus em Americana, leve um manual de sobrevivência na selva com você, porque foi punk. Cheguei a tempo, e foi bacana.

E foi isso ae, dias de tortura que me fizeram aprender uma lição: valorize a internet que você tem, por mais ruim que ela seja.

E a foto não quer dizer nada.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Youth gone wild





















A cada ano esperamos a mudança da cabeça da juventude. Sexo, drogas e rock n' roll (bem, eu trocaria esse último por pagode, sertanejo e happy rock) a vontade. Eu acho que a vontade de brincar das crianças já se foram há uns anos atrás. Hoje em dia as crianças namoram, os meninos querem ir pra balada em vez de jogar bola, as meninas usam salto alto em vez de brincar de boneca. Dá pra ver que não vai ter sinal de melhora. O que vai ser da inocência das crianças, se é que ela ainda existe?

Alguém se lembra do quanto as barbies e hot wheels eram vendidas? Do quanto era falado sobre video game e desenhos animados? Hoje em dia não se tem mais isso. Com 12 anos as crianças já fizeram de tudo e tão até mais espertos que os próprios pais. Hoje em dia merthiolate não arde mais... Aliás, nem tem graça se machucar mais. Cadê as crianças na rua brincando?

Se um dia eu tiver um filho, vou mostrar a ele o prazer de brincar ao ar livre, de assistir desenho animado, de ir a um parque de diversões, de ganhar brinquedos no natal, de ouvir histórias de ninar, de aprontar travessuras, de se sujar de terra, andar de bicicleta, jogar uma bola... Enfim, o prazer de ser criança.

Ae, motorista! Dá pra parar o mundo? Eu quero descer.