terça-feira, 27 de julho de 2010

Tempo de redenção
















Me retirar, me renovar, me reciclar, atualizar, mudar, fazer coisas que eu nunca fiz, me redmir com minha própria consciência. Resolvi dar um tempo. Não para minha vida, mas sim pra minha velha vida. Ultimamente, procurei experimentar coisas novas, amigos novos, gente nova, bandas novas... Enfim, fazer coisas acontecerem.

Tudo começou quando percebi que estava vivendo para meus amigos, e ficava triste por ninguém me agradecer por isso ou muito menos fazer o mesmo. Percebi que muitos cobravam coisas de mim, e eu nunca cobrava nada de ninguém. Afinal, qual a razão pra isso? Ficava chateado por eu ligar e procurar amigos meus, e eles nunca fazerem isso comigo. Eu gostava tanto dos meus amigos, por que nunca recebi nada em troca? Será que não são meus amigos de verdade?

Depois do meu estágio, comecei a fazer uma auto análise. Saí pra encontrar uma guria que eu trocava uma idéia sobre j-rock faz um tempo pelo msn. Era uma coisa nada típica, só aceitei porque não tinha nada mais interessante. Nisso, encontrei alguns amigos que eu não dava tanta importância, e realmente nos divertimos. Enfim, passei a ter uma visão mais ampla, e me abrir pra novas pessoas.

Pra esse tempo acontecer, bloqueei e cortei contato com alguns amigos velhos. Não que eu queira me desfazer deles, mas é necessário. Afinal, toda dependência se cura cortando contato com o vício. Está na hora de respirar novos ares, quebrar a cara, se reerguer, e tentar de novo. Afinal, a vida é feita de experiências. Quanto mais, melhor.

Igual o pôr do sol da foto, nunca valorizado, mas todos os dias na janela do meu quarto.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Sentidos aguçados








Enfim, quem está certo?

Vamos esperar pra ver o que virá na próxima modinha. A tendência é piorar? Não sei.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Cookies: Coleção Legião Urbana


Hail folks, to há um tempo sem postar, mas enfim... Quero continuar registrando meus LPs, até porque faz um tempo que não falo deles aqui. Pois bem, depois de um tempo procurando, pesquisando, me fodendo atrás de ir pra outras cidades pegar, consegui a coleção completa do Legião Urbana em vinil. Bom, vou mostrar fotos de cada um, e contar como consegui.


Legião Urbana (1984) - Foi um ótimo achado, e ainda novinho. É um disco bem despretensioso, apesar das letras serem bem críticas. Consegui comprando numa loja em Americana. A capa vem algumas coisas em relevo, o que era possível de se fazer no vinil.


Dois (1985) - Disco fantástico, comprei ele em junho, junto com o "Que País é Este?". A capa dele tem títulos em relevo, e na contracapa o nome dos integrantes em vez do nome das músicas (que aparecem no encarte). Uma coisa muito legal da Legião é o design de seus vinis. Ele eram tanto misteriosos quanto capas e contracapas, onde apareciam desenhos ou fotos em vez do nome das músicas, tudo de uma maneira bem criativa. Comprei em Americana também.


Que País é Este? (1987) - Disco pesado, com músicas da época do Aborto Elétrico e pré-Legião, mostrava um Legião mais rebelde e crítico, por conta do peso das letras do Aborto. O LP vem com um um super encarte com as letras e um pouco da história de todas as músicas. O engraçado é que a letra de Faroeste Caboclo no encarte do CD dura 6 páginas, no do LP uma página só, obviamente porque o tamanho do LP é muito maior.


As Quatro Estações (1989) - O disco que mais gosto da banda, e o vinil de maior consideração também, de toda minha coleção. Ganhei esse vinil da Vilma, dona da melhor lasanha do mundo e mãe da minha bródi Isabela. Ela tem uma coleção de vinil gigante, de Julio Iglesias a Metallica. Quando ela viu que fiquei fascinado por esse vinil, acabei ganhando de presente. De todos, é o que eu mais considero, sempre.


V (1991) - O último que consegui. Apesar de ser um disco melancólico, é bem agradável de se ouvir, apesar de eu ter uma certa preferência pelo lado 2 inteiro, gosto muito de O Teatro dos Vampiros e Love Song. O vinil é em formato de livreto, e se abre mostrando uma foto da banda, padrão bem gringo.


O Descobrimento do Brasil (1993) - Meu segundo preferido, e acredito que o mais difícil de se achar, afinal em 1993 (ano que nasci), o vinil estava acabando e o CD consolidando de vez. Então, os discos da época tiveram poucas tiragens em vinil, outros nem tiveram. É um disco mais alegre e mais profundo, tanto na arte do LP como no disco mesmo.

Bom, A Tempestade infelizmente não saiu em vinil, mas ainda consigo o CD.

Por hoje é só, bom resto de férias pra todos. (: