terça-feira, 11 de maio de 2010

A perfeição dos bebês


















Hoje eu to escrevendo diretamente do Senai. Era pra eu ta fazendo uma tabela da copa do mundo no Excel, mas como eu tenho que entregar daqui três semanas mesmo, foda-se.

Vou compartilhar um pensamento gay interessante com vocês hoje amiguinhux. Minha mãe me emprestou um livro da Louise L. Hay, uma psicóloga norte-americana famosa. Ela colocou um tipo de pensamento de motivação que eu achei foda pra caralho, afinal faz todo sentido.

Dizia o seguinte: você pode não se sentir bem consigo mesmo, mas quando tu era um guri, era totalmente ao contrário. Os bebês eles são criaturas cheias de amor, são iluminados. Os bebês não sabem nada da vida e nascem sem maldade nenhuma. Eles se amam, não veêm nada de feio neles mesmos, e transmitem alegria e amor pra todo mundo que os pega, ou brinca com eles. São praticamente feitos de amor, tanto que, quando não recebem amor, alguns até morrem.

Quando vamos crescendo, aí somos influenciados pelos adultos e por todos a nossa volta, que vão colocando na nossa cabeça pensamentos negativos, o que vai nos moldando negativos também, e quando temos nossos filhos, passamos pra eles, e por aí vai...

A finalidade desse pensamento é que temos que resgatar um pouco a essência maternal, ser mais amoroso com pessoas a sua volta, gostar e cuidar mais de você mesmo, procurar ser um cara mais tolerante e positivo e menos frustrado, etc.

Feliz dia das mães ae gurizada :D

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